AVALIAÇÃO DE MEMÓRIA · CLÍNICA L’AMI

Avaliação de memória para idosos e adultos em São Paulo

A avaliação de memória é uma consulta médica detalhada para entender por que a pessoa está esquecendo. Na Clínica L’ami, a primeira consulta dura 2 horas e inclui conversa com o paciente e a família, testes cognitivos quando indicados, revisão dos remédios e pedido de exames quando necessário. O objetivo é encontrar a causa e definir o cuidado.

POR ONDE COMEÇAR

Quem está buscando ajuda?

Médica conversa com um paciente idoso no consultório
Foto: Vitaly Gariev / Unsplash

Se é você quem está sentindo

Se você tem 50 anos ou mais e sente que a memória mudou, procurar avaliação cedo é uma forma de cuidar de si. Muitas vezes a causa é tratável, como estresse, sono ruim, depressão ou efeito de remédio. Sair da dúvida já alivia bastante.

Se a preocupação é com alguém da família

Se você está preocupado com a memória do seu pai, da sua mãe ou do seu cônjuge, venha junto na consulta. O que você observa no dia a dia ajuda muito no diagnóstico. Também orientamos como convidar a pessoa para a avaliação sem gerar conflito.

SINAIS DE ALERTA

Quando vale fazer uma avaliação de memória?

  • Esquecer com frequência conversas, recados ou compromissos recentes
  • Repetir perguntas ou histórias no mesmo dia
  • Dificuldade nova com contas, senhas, remédios ou aparelhos
  • Se perder em caminhos conhecidos
  • Familiares ou colegas de trabalho comentando que você está mais esquecido
  • Esquecimento que veio junto com tristeza, desânimo ou ansiedade
  • Casos de demência na família e vontade de saber como está a sua memória

Se a confusão começou de repente, em horas ou poucos dias, procure um pronto-socorro ou ligue para o SAMU 192. Pode ser delirium, um quadro causado por infecção, desidratação ou efeito de remédio, que precisa de atendimento rápido.

Como é feita a avaliação de memória?

A avaliação de memória é feita em uma consulta longa, com entrevista, exame do estado mental, testes cognitivos quando indicados e revisão de todos os remédios em uso. Sempre que possível, um familiar participa para contar o que tem percebido.

Na conversa, queremos entender quando o esquecimento começou, como evoluiu e o que mudou na rotina. Sono, humor, audição, visão, álcool e outras doenças entram nessa conta, porque todos interferem na memória.

No fim, buscamos responder três perguntas:

  • Existe de fato uma perda de memória?
  • Qual é a causa mais provável?
  • O que fazer a partir de agora?

Quanto tempo leva a avaliação de memória?

A primeira consulta dura 2 horas. Em muitos casos, é preciso uma nova consulta para ver os resultados dos exames e fechar o diagnóstico, e as consultas de acompanhamento duram 1 hora.

Esse tempo permite ouvir o paciente e a família sem pressa, aplicar os testes com calma e explicar cada passo. Quem tem dificuldade de se deslocar pode fazer as consultas de acompanhamento por telemedicina.

Quais testes e exames fazem parte da avaliação?

Quando indicados, usamos testes cognitivos de rastreio, como o Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) e o MoCA, e pedimos exames de sangue e de imagem quando necessário. Nem todo paciente precisa de tudo: o plano é feito caso a caso.

  • Testes de rastreio: perguntas e tarefas curtas de memória, atenção, linguagem e orientação. O resultado é lido junto com a escolaridade e a história da pessoa. No Brasil, o MEEM tem notas de corte ajustadas pela escolaridade (Brucki e colaboradores), e o MoCA ajuda a perceber alterações mais leves.
  • Exames de sangue: procuram causas tratáveis de esquecimento, como alterações da tireoide e falta de vitamina B12.
  • Exames de imagem do cérebro: ressonância ou tomografia, em casos selecionados.
  • Avaliação neuropsicológica completa: quando é preciso um estudo mais detalhado, encaminhamos para um neuropsicólogo.

Os exames são feitos fora da clínica, no laboratório ou serviço de imagem de sua preferência. Exames recentes que você já tenha podem ser aproveitados.

O que levar para a consulta de avaliação de memória?

Leve a lista de todos os remédios em uso, os exames anteriores e, se possível, venha com um familiar que conviva com você no dia a dia. Isso deixa a consulta muito mais produtiva.

  • Remédios: nome e horário de cada um, incluindo vitaminas, chás, remédios para dormir e os que são tomados só de vez em quando. Pode trazer as caixas.
  • Exames anteriores: exames de sangue, tomografia ou ressonância, e relatórios de outros médicos.
  • Um familiar ou pessoa próxima: alguém que conviva e possa contar o que mudou. Se ninguém puder vir, um relato escrito já ajuda.
  • Óculos e aparelho auditivo, se usar, para que os testes mostrem a memória e não a dificuldade de ver ou ouvir.

O esquecimento pode ser depressão ou ansiedade?

Pode. Depressão, ansiedade, estresse e noites mal dormidas atrapalham a atenção e dão a sensação de que a memória está falhando. No idoso, a depressão às vezes se parece muito com demência.

Separar uma coisa da outra é parte central da avaliação. Explicamos essa diferença em depressão ou demência e em esquecimento ou demência.

Quando o diagnóstico é de demência, o cuidado continua na clínica, com tratamento e apoio à família, como descrevemos na página sobre demências.

NOSSA ABORDAGEM

Como é o cuidado na Clínica L’ami?

  1. Agendamento. Pelo WhatsApp você agenda a consulta, presencial ou por telemedicina, e tira dúvidas sobre o que levar.
  2. Primeira consulta de 2 horas. Entrevista com o paciente e a família, exame do estado mental, testes cognitivos quando indicados e revisão dos remédios em uso.
  3. Exames, quando necessários. Pedimos exames de sangue e de imagem, feitos fora da clínica, e encaminhamos para avaliação neuropsicológica completa quando indicado.
  4. Consulta de diagnóstico e plano. Com os resultados em mãos, explicamos o que foi encontrado e combinamos o tratamento e o acompanhamento.

Para quem cuida

Se você acompanha alguém com queixa de memória, sua presença na consulta faz diferença. Traga também suas dúvidas e o seu cansaço, porque orientar a família faz parte da avaliação.

Quer tirar a dúvida sobre a memória?

Agende a avaliação com um dos psicogeriatras da Clínica L’ami, presencial na Vila Clementino ou por telemedicina.

QUEM ATENDE

Psiquiatras com área de atuação em psicogeriatria

Dr. Thyago Furtado, psiquiatra e psicogeriatra

Dr. Thyago Furtado

PSIQUIATRA · PSICOGERIATRIA

CRM-SP 194425 · RQE Psiquiatria 71263 · RQE Psicogeriatria 712631

Dra. Regina Malta, psiquiatra e psicogeriatra

Dra. Regina Malta

PSIQUIATRA · PSICOGERIATRIA

CRM-SP 167446 · RQE Psiquiatria 71914 · RQE Psicogeriatria 719141

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas sobre a avaliação de memória

Como é feita a avaliação de memória?

É uma consulta longa com entrevista, exame do estado mental, testes cognitivos quando indicados e revisão dos remédios. Quando necessário, pedimos exames de sangue e de imagem para procurar causas tratáveis.

Quanto tempo leva a avaliação de memória?

A primeira consulta dura 2 horas. Muitas vezes há uma nova consulta, de 1 hora, para ver os resultados dos exames e fechar o diagnóstico.

O que levar para a consulta?

A lista de todos os remédios em uso, exames anteriores e relatórios médicos. Se possível, venha com um familiar que conviva com você e possa contar o que mudou.

A partir de que idade vale fazer avaliação de memória?

Não existe idade mínima. Atendemos adultos e idosos, e queixas de memória a partir dos 50 anos já merecem atenção, principalmente se vierem com mudanças no trabalho, no humor ou no sono.

A clínica faz os exames de imagem?

Não. Os exames de sangue e de imagem, quando necessários, são pedidos na consulta e feitos no laboratório ou serviço de imagem de sua preferência. A avaliação neuropsicológica completa, quando indicada, é feita por neuropsicólogo.

A clínica atende por convênio?

O atendimento é particular. Emitimos recibo para você pedir reembolso ao plano de saúde, quando o seu plano prevê esse direito.